Modo música · Psiquiatria social e legislação
A estrada da psiquiatria
História da psiquiatria — autores, conceitos e pegadinhas já cobradas em prova
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História da psiquiatria — autores, conceitos e pegadinhas já cobradas em prova
Resumo
Letra
[Intro] DX no caminho, caderno na mão Véspera de prova [Verse 1] Na véspera da prova, ele abriu o portão: Sauvages viu em Linné a taxonomia em ação; orgânico ou funcional? mente-corpo na questão. No mapa antigo, quatro humores; bile negra na canção. Virou a esquina e viu Bicêtre, Pinel no corredor: tratamento moral, mas o asilo não fechou. Alienação era uma só, quatro faces na questão: mania, melancolia, demência e idiotismo – psicose, não. Reil pregou na estrada o nome da psiquiatria; Esquirol: sem objeto, alucinação; com objeto, ilusão. [Refrain] Na prova, guarda a direção: nome, conceito, contribuição. [Verse 2] Morel trouxe degenerescência etiológica: meio, herança, gerações; higiene moral preventiva. Hecker veio com hebefrenia; Kahlbaum, com catatonia. Kraepelin sentou na estação, olhando o curso passar: demência precoce: déficit; maníaco-depressiva: retorno. Em Zurique, Bleuler trocou a placa final: esquizofrenias, no plural; nem precoce, nem demência terminal. Quatro As ficaram no bilhete: associação, afeto, ambivalência e autismo; delírio e voz são acessórios no trajeto. [Verse 3] Em Heidelberg, Schneider: doenças versus variações, sem transição; orgânicas têm base somática; endógenas, sem lesão demonstrada na questão. eco, roubo, inserção e difusão – pensamento que transborda. Voz comenta, voz conversa; controle e passividade em ação; percepção delirante entra, mas não sela a verdade. Visual e catatonia não são senha principal. Jaspers parou a viagem: compreender por dentro ou explicar afinal? [Verse 4] O trem cruzou o Atlântico e chegou ao Rio depois: Hospício Pedro II, mil oitocentos e cinquenta e dois. De Salvador veio Juliano, no Hospício Nacional: Kraepelin no Brasil, humanismo e razão; contra a degenerescência racial e a tese racista da miscigenação. Nise acendeu ateliê, imagem e cuidado; Leme Lopes, mil novecentos e cinquenta e quatro: multiaxial antes do DSM três. [Verse 5] Quando amanheceu, DSM três entrou na sala: 1980: operacional, ateórico, confiabilidade. Eixo multiaxial, critérios explícitos na classificação; pânico saiu da velha neurose de ansiedade. RDoC, do NIMH, abriu seis domínios pra pesquisar: valência negativa, positiva, cognição, social, alerta/regulação e sensório-motor. Recompensa é valência positiva; linguagem é cognição; social é eu, outro, vínculo e comunicação. HiTOP: cinco níveis, fenótipos dimensionais: sono, apetite, fadiga e motor são vegetativos; anedonia, não. TDAH externaliza; angústia é internalização. [Refrain] Na prova, guarda a direção: nome, conceito, contribuição. [Outro] Ele fechou o caderno quando o sol tocou o chão: a prova quer o nome junto da contribuição. Da bile negra ao critério, sem correr nem decorar: DX canta a história pra estrada lembrar.
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