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Síndrome psicótica: do exame à súmula

Exame psíquico descritivo e súmula psicopatológica na síndrome psicótica

rock psicodélico 5:09 2 versões 2 estilos

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Resumo do conceito

Tema
Prova prática (TEP)
Foco
Exame psíquico descritivo e súmula psicopatológica na síndrome psicótica
Versão principal
rock psicodélico · 5:09

Síndrome psicótica: do exame à súmula

rock psicodélico
[Introdução]
DX te ensina, vem observar:
síndrome psicótica – do exame à súmula, sem misturar

[Verso 1]
Com vestes descuidadas, olha em volta, desconfiado;
permanece bem desperto, sabe o nome, onde está e qual é a data.
Repete três palavras, recorda e explica um provérbio;
ao soletrar “mundo” ao contrário, as vozes o interrompem.

[Verso 2]
Perguntado sobre as pausas, diz ouvir vozes sem fonte ali:
conversam sobre seus atos e ordenam não comer.
Diz que uma organização o vigia e manda em sua ação,
que fatos lhe dão recados e outros conhecem seu pensamento.

[Pré-refrão]
No exame, diga quem falou, o que observou e perguntou;
na súmula, nomeie a função que cada trecho demonstrou.

[Refrão]
Neste retrato, síndrome psicótica:
vozes comentadoras e de comando;
perseguição, referência e influência;
o pensamento parece público,
os próprios atos, controlados;
o conjunto altera o juízo de realidade.

[Verso 3]
Fala clara e pausada, assustado e irritável;
com acolhimento se acalma, mas o foco é instável.
Precisa de incentivo para beber, comer e se arrumar;
interrompe o que começa quando volta a escutar.
Não reconhece adoecimento; permanece inquieto e tenso.

[Ponte]
Se uma voz dá uma ordem, não basta só anotar:
pergunte o conteúdo, se vai obedecer, se preparou algo.
Avalie alimento, água, meios, apoio e proteção
O exame descreve a vivência; o risco pede avaliação.

[Refrão]
Neste retrato, síndrome psicótica:
vozes comentadoras e de comando;
perseguição, referência e influência;
o pensamento parece público,
os próprios atos, controlados;
o conjunto altera o juízo de realidade.

[Encerramento]
Agora, a súmula deste retrato, não de todo caso:
aparência descuidada; atitude desconfiada;
consciência alerta;
consciência do eu com atividade e autonomia sob influência externa,
limites alterados pela difusão do pensamento;
identidade, unidade e existência preservadas;
atenção com tenacidade reduzida e vigilância aumentada;
sensopercepção com vozes comentadoras e de comando;
orientação auto e alopsíquica preservada;
memória de fixação e evocação preservadas;
inteligência não avaliada formalmente, sem alterações grosseiras;
pensamento de curso preservado, forma agregada,
conteúdo delirante persecutório, referencial e de influência;
linguagem normofônica e eulálica; autopatognose ausente;
humor ansioso e irritável; afeto modulado, ressonante
e congruente com o humor e o conteúdo do discurso;
vontade hipobúlica; pragmatismo exige incentivo
e é interrompido pelas vozes; psicomotricidade inquieta e tensa
O conjunto sustenta uma síndrome psicótica,
neste caso, delirante-alucinatória.
DX te ensina: descreve, nomeia, integra.
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rock psicodélico (versão alternativa)4:55 Abrir versão
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[Introdução]
DX te ensina, vem observar:
síndrome psicótica – do exame à súmula, sem misturar

[Verso 1]
Com vestes descuidadas, olha em volta, desconfiado;
permanece bem desperto, sabe o nome, onde está e qual é a data.
Repete três palavras, recorda e explica um provérbio;
ao soletrar “mundo” ao contrário, as vozes o interrompem.

[Verso 2]
Perguntado sobre as pausas, diz ouvir vozes sem fonte ali:
conversam sobre seus atos e ordenam não comer.
Diz que uma organização o vigia e manda em sua ação,
que fatos lhe dão recados e outros conhecem seu pensamento.

[Pré-refrão]
No exame, diga quem falou, o que observou e perguntou;
na súmula, nomeie a função que cada trecho demonstrou.

[Refrão]
Neste retrato, síndrome psicótica:
vozes comentadoras e de comando;
perseguição, referência e influência;
o pensamento parece público,
os próprios atos, controlados;
o conjunto altera o juízo de realidade.

[Verso 3]
Fala clara e pausada, assustado e irritável;
com acolhimento se acalma, mas o foco é instável.
Precisa de incentivo para beber, comer e se arrumar;
interrompe o que começa quando volta a escutar.
Não reconhece adoecimento; permanece inquieto e tenso.

[Ponte]
Se uma voz dá uma ordem, não basta só anotar:
pergunte o conteúdo, se vai obedecer, se preparou algo.
Avalie alimento, água, meios, apoio e proteção
O exame descreve a vivência; o risco pede avaliação.

[Refrão]
Neste retrato, síndrome psicótica:
vozes comentadoras e de comando;
perseguição, referência e influência;
o pensamento parece público,
os próprios atos, controlados;
o conjunto altera o juízo de realidade.

[Encerramento]
Agora, a súmula deste retrato, não de todo caso:
aparência descuidada; atitude desconfiada;
consciência alerta;
consciência do eu com atividade e autonomia sob influência externa,
limites alterados pela difusão do pensamento;
identidade, unidade e existência preservadas;
atenção com tenacidade reduzida e vigilância aumentada;
sensopercepção com vozes comentadoras e de comando;
orientação auto e alopsíquica preservada;
memória de fixação e evocação preservadas;
inteligência não avaliada formalmente, sem alterações grosseiras;
pensamento de curso preservado, forma agregada,
conteúdo delirante persecutório, referencial e de influência;
linguagem normofônica e eulálica; autopatognose ausente;
humor ansioso e irritável; afeto modulado, ressonante
e congruente com o humor e o conteúdo do discurso;
vontade hipobúlica; pragmatismo exige incentivo
e é interrompido pelas vozes; psicomotricidade inquieta e tensa
O conjunto sustenta uma síndrome psicótica,
neste caso, delirante-alucinatória.
DX te ensina: descreve, nomeia, integra.

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